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Conhecer a cidade de Leiria
O
Castelo
O Castelo em cima de
uma das colinas da cidade. É o seu cartão de visita. A sua
construção foi iniciada em 1135, por D. Afonso Henriques. Lá
dentro, podemos observar construções do estilo românico, gótico
e barroco. Ernesto Korrodi, arquitecto suíço que se fixou em
Leiria concebeu, nos inícios do século XX, um projecto de
remodelação do castelo, que em parte foi aplicado.
Recomenda-se,
sobretudo, uma visita aos Paços da Rainha, que oferece uma bela
vista panorâmica sobre a cidade. A sua torre de menagem alberga
um núcleo museológico importante para se perceber a história de
Leiria.
Praça
Rodrigues Lobo
Esta praça é um dos
locais favoritos para convívio dos leirienses. Os seus cafés e
esplanadas estão sempre animados, seja de dia ou de noite. Tem
uma magnífica vista sobre o Castelo. Num dos seus cantos
encontra-se a estátua do poeta que lhe dá o nome.
Sé
Catedral e outras igrejas
A Sé Catedral é um
edifício imponente, ladeado por uma escadaria construída já no
século XX. O templo em si data do século XVI, mas sofreu
alterações depois do terramoto de 1755. Esta igreja mostra o
traço do estilo “estilo chão”, um estilo despojado de
ornamentos.
Também merecem uma
visita a Igreja de Santo Agostinho, a de Nossa Senhora da
Encarnação e a do Espírito Santo.
Mercado
Santana
Este espaço foi
primeiramente um convento dominicano, mandado construir no
século XV. A partir de meados dos anos 30 do século XX tornou-se
num mercado fechado, onde se comercializavam frutas, legumes e
animais.
Depois de sofrer
remodelações, foi inaugurado o Centro Cultural Santana em 2002.
Este tem cafés, lojas, o Espaço Internet e recentemente mudou-se
para aqui o Museu da Imagem e Movimento (MIMO).
Leiria
e a imprensa
Na Rua da
Fábrica de
Papel ou Rua Infantaria 7 funcionou uma fábrica de papel que
remonta a 1411, tendo sido autorizada pelo rei D. João I. Este
edifício está neste momento a ser remodelado, para no futuro se
instalar aí um núcleo museológico dedicado a essa actividade.
Segundo Américo
Cortez Pinto, no livro “Da Famosa Arte de Imprimissão”,
foi em Leiria que se imprimiu a primeira tipografia usando a
técnica de impressão inventada por Gutenberg. O primeiro livro
impresso foi o Almanach Perpetuus de Abraão Zacuto, em 1495. A
instalação da tipografia foi patrocinada pelo Convento dos
Crúzios de Coimbra, que na altura eram os donos do moinho de
papel. Encontra-se uma placa evocativa deste acontecimento numa
das ruas transversais à Sé.
Fonte
Luminosa e Fonte das Carrancas
A Fonte Luminosa foi
inaugurada em 1973. Representa a união dos rios Lis e Lena. Na
época causaram escândalo as formas sexuais com que o escultor
Lagoa Henriques traçou os rios. O conjunto escultórico foi
qualificado de demasiado realista para um meio de província. Até
ao ano passado era nesta fonte que se baptizavam os caloiros e
onde terminavam os desfiles da semana académica. Visto que a
câmara municipal proibiu esta prática, o baptismo passou a ser
feito na Fonte das Carrancas.
A Fonte das Carrancas
é uma fonte de estilo barroco. Quando foi construída servia
tanto para dar de beber aos animais como aos viajantes que por
ali passavam.
Leiria
à mesa
Quem vem até Leiria
não deve ir embora sem provar as Brisas do Lis, um doce feito à
base de ovos e amêndoa. Também é possível encontrar em algumas
pastelarias os bolos de pinhão, os canudos, os ovos folhados, o
pão de ló e a torta de laranja. O arroz-doce é uma sobremesa
muito usual na região.
Para os que querem
petiscar, encontram-se bons locais onde comer moelas, morcela de
arroz (típica da região), pezinhos de porco, salada de polvo,
entre outros.
A fritada e o
ensopado de borrego são pratos típicos da região.
Para
saber mais:
Câmara Municipal de
Leiria
Região de Turismo
Leiria-Fátima
Wikipédia em
Português - Leiria
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Leiria
Orelhas.pt -
Monumentos de Leiria
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